Esplanada do Templo, Via Dolorosa & Cidade de Davi – Duração: 1 dia

Uma Jornada Pela Jerusalém Bíblica e Histórica

Tour privativo acompanhado pelo Guia Brasileiro em Israel, explorando alguns dos locais mais sagrados e emblemáticos de Jerusalém.

Uma experiência única pela Cidade Santa, conectando história, arqueologia e espiritualidade em uma jornada cuidadosamente planejada pelos cenários mais marcantes da tradição bíblica.

A Experiência

Cada detalhe deste passeio é pensado para proporcionar conforto, profundidade histórica e uma experiência inesquecível pela Jerusalém antiga.

Com acompanhamento contínuo do Guia Brasileiro em Israel, transporte executivo climatizado e logística organizada, a experiência acontece de forma fluida, segura e personalizada do início ao fim.

Entre muralhas milenares, sítios arqueológicos, caminhos bíblicos e locais sagrados para judeus, cristãos e muçulmanos, este roteiro oferece uma imersão profunda na essência espiritual e histórica de Jerusalém.

Destaques da Experiência

  • Visita à Esplanada do Templo
    • Vista do Domo da Rocha e Mesquita Al-Aqsa (externo)
    • Portão de Ouro — Portão da Misericórdia
    • Portão das Ovelhas e Tanques de Betesda
    • Caminhada pela Via Dolorosa
    • Mercado Árabe da Cidade Velha
    • Cidade de Davi — onde Jerusalém começou
    • Tanque de Siloé
    • Caminho dos Peregrinos
    • Davidson Center — experiência arqueológica única
    • Tour privativo acompanhado pelo Guia Brasileiro em Israel

Informações do Passeio

Destino: Esplanada do Templo, Via Dolorosa, Cidade de Davi e Davidson Center
Duração: 1 dia
Modalidade: Tour privativo premium
Estilo: Bíblico, histórico e arqueológico
Necessário: Roupa confortável, calçados adequados para caminhada e vestimenta modesta
Saída disponível: Jerusalém ou Tel Aviv

Jerusalém Bíblica & Cidade de Davi

08h30 — Saída do hotel

Partimos em direção à Cidade Velha de Jerusalém, uma das cidades mais antigas e espiritualmente significativas do mundo.

Ao longo do dia, exploraremos locais que marcaram profundamente a história bíblica e a tradição das três grandes religiões monoteístas.

09h00 — Esplanada do Templo

Iniciamos o passeio pela Esplanada do Templo, um dos locais mais sagrados e importantes do mundo.

Para os judeus, foi o local dos antigos Templos de Salomão e Herodes.
Para os muçulmanos, abriga a Mesquita Al-Aqsa e o Domo da Rocha.
Para os cristãos, é o local onde Jesus ensinava e pregava no Templo.

Durante a visita veremos externamente:

  • A Mesquita Al-Aqsa, considerada o terceiro local mais sagrado do Islã
    • O Domo da Rocha, com sua impressionante cúpula dourada que domina a paisagem de Jerusalém

(O acesso ao interior do Domo da Rocha é permitido apenas para muçulmanos.)

09h45 — Portão de Ouro

Seguimos até o Portão de Ouro, também conhecido como Portão da Misericórdia, um dos locais mais simbólicos e proféticos de Jerusalém.

Segundo a tradição judaica, será por este portão que o Messias entrará em Jerusalém.
Na tradição cristã, está associado ao retorno de Jesus em sua segunda vinda.

O portão foi murado pelos otomanos no século XVI, preservando até hoje sua atmosfera de mistério e expectativa messiânica.

10h15 — Portão das Ovelhas & Tanques de Betesda

Visitamos o Portão das Ovelhas, mencionado no Evangelho de João, por onde entravam os animais destinados aos sacrifícios no Templo.

Seguimos para os Tanques de Betesda, local associado ao milagre em que Jesus curou o paralítico que aguardava havia 38 anos junto às águas.

“Levanta-te, toma o teu leito e anda.”
João 5:8

11h00 — Via Dolorosa & Mercado Árabe

Percorremos parte da Via Dolorosa, revivendo o caminho percorrido por Jesus até o Calvário.

Ao longo da caminhada, atravessamos o tradicional Mercado Árabe da Cidade Velha, com suas ruelas estreitas repletas de aromas, cores e sons típicos de Jerusalém oriental.

Uma experiência intensa que mistura espiritualidade, cultura e tradição local.

12h30 — Pausa para almoço

Tempo livre para almoço em restaurante local.

13h30 — Cidade de Davi

Exploramos a Cidade de Davi, o núcleo original de Jerusalém e local onde a cidade começou há mais de 3.000 anos.

Entre os destaques da visita:

Tanque de Siloé

Local associado ao milagre em que Jesus curou o cego de nascença.

“Vai, lava-te no tanque de Siloé.”
João 9:7

Caminho dos Peregrinos

Antiga rota utilizada pelos peregrinos judeus que subiam ao Templo durante as festas bíblicas.

Um dos achados arqueológicos mais impressionantes de Jerusalém dos últimos anos.

Davidson Center

Visitamos o Davidson Center, importante parque arqueológico localizado aos pés do Monte do Templo.

O local proporciona uma experiência única ao caminhar por estruturas, escadarias e pedras originais da Jerusalém do período do Segundo Templo, preservando vestígios da época em que Jesus esteve na cidade.

16h30 — Retorno ao hotel

Ao final do passeio, retornamos ao hotel levando conosco uma experiência marcada por espiritualidade, história e uma profunda conexão com a Jerusalém bíblica.

Informações Importantes

Entrada na Esplanada do Templo

A entrada na Esplanada do Templo está sujeita a rigorosos controles de segurança e horários específicos definidos pelas autoridades locais.

A visita poderá sofrer alterações conforme restrições de acesso no dia.

Para acesso ao local, é obrigatório utilizar vestimenta adequada:

  • Ombros cobertos
    • Roupas abaixo do joelho
    • Evitar decotes, roupas transparentes ou muito justas

Também não é permitido portar objetos religiosos visíveis não muçulmanos, como:

  • Bíblia
    • Shofar
    • Bandeiras religiosas
    • Crucifixos ou símbolos religiosos aparentes

Por se tratar de um local de extrema sensibilidade religiosa e cultural, recomenda-se manter comportamento discreto e respeitoso durante toda a visita, evitando manifestações públicas de afeto, orações em grupo ou atitudes que possam chamar atenção das autoridades locais.

O descumprimento destas orientações poderá resultar no impedimento de entrada na Esplanada do Templo.

 

Recomendações para caminhada

As ruas da Cidade Velha possuem pedras antigas e trechos irregulares.

Recomendamos:

  • Uso de calçados confortáveis
    • Chapéu e protetor solar no verão
    • Garrafa de água durante o passeio

Perguntas Frequentes

Posso fazer o percurso pelo túnel molhado na Cidade de Davi?

Sim. A Cidade de Davi possui a opção de realizar parte do percurso pelo famoso túnel de água de Ezequias, conhecido como “túnel molhado”, uma experiência arqueológica única e muito procurada pelos visitantes.

Neste trajeto, a caminhada acontece dentro de um túnel subterrâneo com passagem por água em parte do percurso.

Caso deseje realizar esta experiência, é importante informar previamente o Guia Brasileiro em Israel para que o roteiro e a logística possam ser organizados adequadamente para o percurso pelo túnel molhado, ao invés do caminho seco tradicional.

Recomendamos trazer:

  • Lanterna
    • Roupa extra para troca após o percurso
    • Sapatos apropriados para água
    • Pequena bolsa impermeável para objetos pessoais

O túnel possui trechos escuros, estreitos e com água, sendo recomendado apenas para pessoas sem dificuldades de mobilidade ou claustrofobia.

 

É permitido entrar no Domo da Rocha?

Não. O acesso ao interior do Domo da Rocha é permitido apenas para muçulmanos.

O passeio envolve muita caminhada?

Sim. O passeio inclui caminhadas pelas ruas históricas da Cidade Velha e áreas arqueológicas da Cidade de Davi.

Recomendamos calçados confortáveis e preparo para um dia de exploração histórica.

E se eu me cansar durante o passeio na Cidade Velha?

A Cidade Velha de Jerusalém possui ruas antigas de pedra, subidas e longos percursos de caminhada, o que pode ser cansativo para algumas pessoas.

Caso necessário, existem carros elétricos tipo “golf cart” disponíveis na região da Cidade Velha, que podem ser contratados diretamente pelo visitante, sujeito à disponibilidade no local.

Recomendamos informar previamente caso exista alguma limitação física ou dificuldade de locomoção, para que possamos orientar da melhor forma possível durante a experiência.

O passeio é acompanhado em português?

Sim. O tour privativo é acompanhado pelo Guia Brasileiro em Israel.

O passeio sai de Jerusalém?

Sim. O passeio pode sair tanto de Jerusalém quanto de Tel Aviv.

Observação Importante

Pensando sempre no conforto, segurança e melhor experiência dos viajantes, os horários apresentados neste roteiro são apenas referenciais e podem sofrer alterações conforme condições climáticas, funcionamento dos locais visitados, questões de segurança e dinâmica do dia.

A ordem das visitas poderá ser ajustada quando necessário, sempre preservando a melhor experiência durante o passeio.

Viva esta experiência em Jerusalém

Explore os caminhos bíblicos da Cidade Santa, caminhe pela Via Dolorosa e descubra os vestígios arqueológicos da Jerusalém antiga.

Uma jornada cuidadosamente planejada pelo Guia Brasileiro em Israel, conectando fé, história e algumas das experiências mais marcantes da Terra Santa.

Deserto da Judeia, Massada & Mar Morto – Duração: 1 dia

Uma Jornada Entre História, Deserto e Bem-Estar

Tour privativo acompanhado pelo Guia Brasileiro em Israel, explorando algumas das paisagens mais impressionantes e emblemáticas da Terra Santa.

Uma experiência exclusiva pelo Deserto da Judeia, unindo história milenar, paisagens únicas e momentos de relaxamento no ponto mais baixo da Terra.

A Experiência

Cada detalhe desta jornada é planejado para proporcionar conforto, segurança e uma experiência inesquecível em meio às paisagens desérticas de Israel.

Com acompanhamento contínuo do Guia Brasileiro em Israel, transporte executivo climatizado e logística cuidadosamente organizada, o passeio acontece de forma fluida, confortável e personalizada do início ao fim.

Entre fortalezas históricas, montanhas do deserto e as águas terapêuticas do Mar Morto, este roteiro oferece uma imersão profunda na história, arqueologia e geografia únicas da região da Judeia.

Destaques da Experiência

  • Travessia pelo Deserto da Judeia
    • Parada no famoso “Nível Zero”
    • Visita à Fortaleza de Massada
    • Subida e descida de teleférico
    • Vista panorâmica do Mar Morto e do deserto
    • Experiência de flutuação no Mar Morto
    • Banho terapêutico nas águas minerais
    • Tour privativo acompanhado pelo Guia Brasileiro em Israel

Informações do Passeio

Destino: Deserto da Judeia, Massada e Mar Morto
Duração: 1 dia
Modalidade: Tour privativo premium
Estilo: Histórico, cultural e paisagístico
Necessário: Roupa confortável, chapéu, traje de banho, toalha e sandálias
Saída disponível: Tel Aviv ou Jerusalém

Deserto da Judeia, Massada & Mar Morto

08h30 — Saída do hotel

Partimos em direção ao Deserto da Judeia, uma das regiões mais impressionantes de Israel.

Durante o percurso, será possível contemplar o contraste entre as montanhas áridas do deserto e as águas azuladas do Mar Morto, criando uma paisagem única e inesquecível.

09h30 — Parada no “Nível Zero”

Realizamos uma breve parada no famoso marco geográfico do “Nível Zero”, ponto que indica o início da descida para as regiões abaixo do nível do mar.

Uma excelente oportunidade para fotografias e contemplação das paisagens desérticas da Judeia.

10h30 — Chegada a Massada e subida de teleférico

Chegada a Massada, uma antiga fortaleza localizada no topo de uma montanha no Deserto da Judeia, onde o rei Herodes construiu um de seus magníficos palácios, transformando o local em um complexo luxuoso e estrategicamente protegido. Hoje, Massada é considerada um dos sítios históricos e arqueológicos mais importantes de Israel.

Localizada em uma montanha isolada no deserto, Massada tornou-se símbolo de resistência judaica durante a revolta contra o Império Romano no primeiro século.

Subiremos de teleférico até o topo da montanha, proporcionando vistas panorâmicas impressionantes do deserto e do Mar Morto.

10h40 — Visita à Fortaleza de Massada

Durante a visita conheceremos:

  • Os palácios do rei Herodes, com estruturas preservadas e vistas panorâmicas impressionantes
    • A antiga sinagoga, considerada uma das mais antigas já encontradas em Israel
    • O sofisticado sistema de armazenamento de água, um extraordinário feito de engenharia da época
    • Banhos romanos e mosaicos preservados, demonstrando o luxo e sofisticação da fortaleza

A história de Massada é marcada por um dos episódios mais dramáticos da história judaica, tornando o local símbolo de coragem, resistência e perseverança.

12h00 — Descida de teleférico e partida para o Mar Morto

Seguimos em direção ao Mar Morto, atravessando algumas das paisagens mais fascinantes do deserto da Judeia.

13h00 — Pausa para almoço

Tempo livre para almoço em restaurante local.

14h00 — Experiência no Mar Morto

Chegada ao Mar Morto, localizado aproximadamente 428 metros abaixo do nível do mar e conhecido como o corpo d’água mais salgado do mundo.

A alta concentração de sal permite que os visitantes flutuem naturalmente sem esforço, proporcionando uma experiência única e inesquecível.

Além da flutuação, o Mar Morto é famoso por seus minerais naturais e pela lama terapêutica, reconhecida mundialmente pelos benefícios à pele e ao relaxamento corporal.

Informações Importantes

Recomendações para o Mar Morto

O fundo do Mar Morto possui pedras e cristais de sal que podem ser afiados.

Recomendamos:

  • Uso de sapatos aquáticos ou sandálias apropriadas
    • Trazer toalha e roupa de banho
    • Evitar contato da água com os olhos
    • Não mergulhar a cabeça
    • Levar água mineral para enxaguar os olhos em caso de necessidade

No local há vestiários, chuveiros e estrutura para troca de roupas.

Sugerimos utilizar roupa de banho por baixo, pois algumas roupas claras podem ficar transparentes quando molhadas.

Cuidados com a saúde

A água do Mar Morto possui altíssima concentração de minerais.

Pessoas com pressão alta, problemas cardíacos, pele sensível ou outras condições de saúde devem consultar um médico antes da experiência.

Também recomendamos beber bastante água durante o passeio para evitar desidratação devido ao calor e à alta salinidade da região.

16h00 — Retorno ao hotel

Ao final do passeio, retornamos ao hotel levando conosco uma experiência marcada por história, paisagens impressionantes e momentos únicos no ponto mais baixo da Terra.

Perguntas Frequentes

Quanto tempo posso ficar dentro das águas do Mar Morto?

Você pode permanecer o tempo que desejar, respeitando sempre os limites do seu corpo e conforto pessoal.

Recomendamos levar uma garrafa de água para hidratação, pois a alta concentração de sal e minerais pode causar desidratação, já que o sal absorve a água do corpo.

 

É necessário levar roupa de banho?

Sim. Recomendamos trazer roupa de banho, toalha e sandálias apropriadas para maior conforto durante a experiência no Mar Morto.

O passeio é indicado para todas as idades?

Sim. O roteiro pode ser realizado por adultos, crianças e idosos, respeitando sempre as limitações físicas individuais, especialmente durante a visita a Massada e entrada no Mar Morto.

O passeio é acompanhado em português?

Sim. O tour privativo é acompanhado pelo Guia Brasileiro em Israel.

O passeio sai de Jerusalém?

Sim. O passeio pode sair tanto de Jerusalém quanto de Tel Aviv, com retorno no mesmo dia.

Observação Importante

Pensando sempre no conforto, segurança e melhor experiência dos viajantes, os horários apresentados neste roteiro são apenas referenciais e podem sofrer alterações conforme condições climáticas, trânsito, funcionamento dos locais visitados e dinâmica do dia.

A ordem das visitas poderá ser ajustada quando necessário, sempre preservando a melhor experiência durante o passeio.

Viva esta experiência no Deserto da Judeia

Explore a grandiosidade de Massada, contemple as paisagens únicas do deserto e viva a experiência inesquecível de flutuar nas águas do Mar Morto.

Uma jornada cuidadosamente planejada pelo Guia Brasileiro em Israel, unindo história, conforto e experiências únicas na Terra Santa.

 

 

Qumran, Rio Jordão, Mar Morto & Jericó Duração: 1 dia

Uma Jornada Pelo Deserto da Judeia

Tour privativo acompanhado pelo Guia Brasileiro em Israel, explorando alguns dos cenários mais fascinantes da Terra Santa.

Uma experiência exclusiva pelo Deserto da Judeia, ideal para viajantes que buscam conforto, profundidade histórica e conexão espiritual em uma jornada cuidadosamente planejada pelos lugares mais emblemáticos da região.

A Experiência

Cada detalhe desta jornada é pensado para proporcionar conforto, segurança e fluidez durante todo o percurso.

Com acompanhamento contínuo do Guia Brasileiro em Israel, transporte executivo climatizado e logística cuidadosamente planejada, a experiência acontece de forma elegante, organizada e personalizada do início ao fim.

Entre desertos bíblicos, sítios arqueológicos milenares, águas sagradas e paisagens únicas no mundo, este roteiro oferece uma imersão profunda na história, espiritualidade e geografia da Terra Santa.

Destaques da Experiência

  • Qumran e os Manuscritos do Mar Morto
    • Batismo no Rio Jordão — Káser el Yehud
    • Banho no Mar Morto
    • Jericó — uma das cidades mais antigas do mundo
    • Vista do Monte da Tentação
    • Fonte de Eliseu
    • Passeio tradicional de camelo
    • Tour privativo acompanhado pelo Guia Brasileiro em Israel

Informações do Passeio

Destinos: Qumran, Rio Jordão, Mar Morto e Jericó
Duração: 1 dia
Modalidade: Tour privativo premium
Estilo: Peregrinação bíblica e cultural
Necessário: Roupa confortável, traje de banho, toalha e sandálias
Saída disponível: Tel Aviv ou Jerusalém

Deserto da Judeia, Rio Jordão & Mar Morto

08h30 — Saída do hotel

Partimos em direção ao Deserto da Judeia, uma das paisagens mais impressionantes e espiritualmente marcantes da Terra Santa.

Ao longo do caminho, as montanhas áridas, os cânions e o silêncio do deserto criam o cenário perfeito para uma jornada de contemplação, história e fé.

09h30 — Qumran

Qumran é um dos sítios arqueológicos mais importantes do mundo.

Foi aqui que, em 1947, foram descobertos os Manuscritos do Mar Morto — os textos bíblicos mais antigos já encontrados.

As escavações revelaram vestígios da antiga comunidade dos essênios, que viveu no deserto dedicando-se às Escrituras, à pureza espiritual e à vida comunitária.

A atmosfera única do local, cercada pelas montanhas do deserto, transporta os visitantes para um dos capítulos mais fascinantes da história bíblica.

10h30 — Parada no Nível Zero

Durante o trajeto, realizamos uma breve parada no famoso marco do “Nível Zero”, ponto que indica a transição para as altitudes mais baixas do planeta.

Uma excelente oportunidade para registrar fotografias em um dos cenários geográficos mais curiosos da Terra Santa.

11h00 — Rio Jordão | Káser el Yehud

Seguimos para Káser el Yehud, tradicionalmente reconhecido como o local onde Jesus foi batizado por João Batista.

“Então veio Jesus da Galileia ter com João, junto do Jordão, para ser batizado por ele.”
Mateus 3:13

Para muitos peregrinos, este é um dos momentos mais emocionantes da jornada pela Terra Santa.

Os visitantes podem tocar as águas sagradas do Rio Jordão e, para aqueles que desejarem, realizar o batismo em um ambiente de profunda espiritualidade e renovação da fé.

Para a realização do batismo, é necessário utilizar uma bata apropriada. Os visitantes podem trazer sua própria veste branca ou adquirir uma no local.

Recomendamos utilizar roupa de banho por baixo da bata branca, pois o tecido pode ficar transparente quando molhado.

O espaço conta com trocadores, chuveiros e estrutura de apoio para maior conforto dos peregrinos.

Recomendamos trazer:

  • Toalha
    • Sandálias
    • Sabonete
    • Roupa apropriada para troca após o batismo
    • Garrafa de água para maior conforto durante a experiência

12h00 — Mar Morto

Chegamos ao ponto mais baixo da Terra, localizado a aproximadamente 428 metros abaixo do nível do mar.

O Mar Morto é conhecido mundialmente por suas águas extremamente salgadas, permitindo que os visitantes flutuem naturalmente sem esforço.

Rico em minerais naturais, o local oferece uma experiência singular de relaxamento e bem-estar em meio às paisagens desérticas da Judeia.

A lama mineral do Mar Morto é reconhecida há séculos por suas propriedades terapêuticas e cosméticas.

13h00 — Pausa para almoço

Almoço em restaurante local.

14h00 — Jericó — Uma das Cidades Mais Antigas do Mundo, localizada na região palestina da Cisjordânia

Seguimos para Jericó, considerada uma das cidades habitadas mais antigas do planeta e um dos locais mais emblemáticos da narrativa bíblica.

Foi aqui que o povo de Israel entrou na Terra Prometida sob a liderança de Josué.

Passeio tradicional de camelo

Experiência típica do deserto da Judeia, proporcionando fotografias inesquecíveis diante das paisagens áridas e montanhas bíblicas da região.

Sicômoro de Zaqueu

Visitamos o local associado à passagem bíblica em que Zaqueu subiu em uma árvore para ver Jesus passar:

“Zaqueu, desce depressa, porque hoje me convém pousar em tua casa.”
Lucas 19:5

Fonte de Eliseu

Segundo a tradição bíblica, o profeta Eliseu purificou as águas desta fonte, tornando-as próprias para consumo dos habitantes da cidade.

2 Reis 2:19-22

Vista do Monte da Tentação

Avistamos o monte tradicionalmente associado ao local onde Jesus jejuou por 40 dias no deserto e enfrentou as tentações descritas no Evangelho de Mateus.

Ruínas da Antiga Jericó

Vestígios arqueológicos preservam a memória da antiga cidade mencionada no livro de Josué, conectando história, arqueologia e tradição bíblica.

16h30 — Retorno ao hotel

Ao final do dia, retornamos ao hotel levando conosco uma experiência marcada por espiritualidade, história e pelas paisagens únicas do Deserto da Judeia.

Informações Importantes

Recomendações para o Mar Morto

O fundo do Mar Morto possui pedras de sal cristalizadas que podem ser afiadas.

Recomendamos:

  • Uso de sapatos aquáticos ou sandálias
    • Trazer toalha e roupa de banho
    • Evitar contato da água com os olhos
    • Não mergulhar a cabeça
    • Levar água para enxaguar os olhos em caso de necessidade

No local há vestiários e chuveiros disponíveis.

Cuidados com a saúde

A água do Mar Morto possui altíssima concentração de minerais.

Pessoas com problemas cardíacos, hipertensão, pele sensível ou outras condições de saúde devem consultar um médico antes da experiência.

Perguntas Frequentes

É possível realizar batismo no Rio Jordão?

Sim. O local permite tanto momentos de oração quanto a realização de batismos no Rio Jordão.

É necessário levar passaporte?

Sim. Recomendamos sempre portar o passaporte durante o passeio, especialmente nas regiões próximas à Autoridade Palestina.

Recebi um papel com minha foto no aeroporto. O que é isso?

Esse documento é o seu visto de turista em Israel.

Ele informa seu período autorizado de permanência no país e confirma sua entrada como visitante, não permitindo atividades de trabalho.

Recomendamos manter este documento sempre junto ao passaporte durante sua estadia, pois ele poderá ser solicitado pelas autoridades locais, especialmente em deslocamentos entre áreas sob administração da Autoridade Palestina e o retorno para Israel.

O passeio é seguro?

Sim. Você contará com a experiência e acompanhamento do Guia Brasileiro em Israel durante todo o percurso, proporcionando uma experiência segura, confortável e organizada.

Qual moeda levar?

Você pode utilizar dólar, euro ou shekel (moeda local de Israel).

O passeio sai de Jerusalém?

Sim. O passeio pode sair tanto de Jerusalém quanto de Tel Aviv, com retorno no mesmo dia.

O passeio é acompanhado em português?

Sim. O tour privativo é acompanhado pelo Guia Brasileiro em Israel.

Observação Importante

Pensando sempre no conforto, segurança e melhor experiência dos viajantes, os horários apresentados neste roteiro são apenas referenciais e podem sofrer ajustes conforme condições de trânsito, clima, funcionamento dos locais visitados e dinâmica do dia.

A ordem das visitas poderá ser alterada quando necessário para garantir maior fluidez e segurança durante o passeio, sempre preservando o cumprimento dos locais previstos no roteiro.

Viva esta experiência na Terra Santa

Explore o Deserto da Judeia, renove sua fé nas águas do Rio Jordão e contemple algumas das paisagens mais impressionantes da Terra Santa.

Uma jornada marcada por espiritualidade, conforto e uma experiência cuidadosamente planejada pelo Guia Brasileiro em Israel.

Entre em contato e reserve sua experiência em Israel.

 

Dia Ein Karen / Belém (Palestina) Duração: 1 dia

Guia Brasileiro em Israel, um Guia Especializado!

1º DIA – CHEGADA EM ISRAEL (TEL AVIV – AEROPORTO BEN GURION)

Ao desembarcar no Aeroporto Ben Gurion, sentiremos a emoção de pisar na Terra Santa, a terra onde Jesus caminhou e onde tantas histórias da Bíblia se tornaram realidade. Nossa equipe lhe receberá calorosamente e auxiliará no processo de imigração.

Seguimos para o hotel em Tel Aviv, uma cidade vibrante à beira do Mar Mediterrâneo. O restante do dia será livre para explorar a orla marítima, desfrutando de sua atmosfera única, cafés charmosos e lojas exclusivas.

Hospedagem em Tel Aviv

2º DIA – TEL AVIV / JAFA / CESARÉIA MARÍTIMA / HAIFA / TIBERÍADES

Após o café da manhã, nossa jornada se inicia com uma emocionante peregrinação por Jaffa (Yafo, Jope), terra citada nas Escrituras (Josué 19.40-46). Este antigo porto bíblico (2 Crônicas 2,10-15) carrega a essência da história sagrada e nos convida a caminhar por suas ruas estreitas, imersos na atmosfera do bairro dos artistas. No coração de Jaffa, visitamos, um dos portos mais antigos do mundo, local onde a madeira vinda de Tiro foi recebida para a construção do primeiro e segundo templo. (1 Reis 5:6-10 e 2 Crônicas 2:3-8) Aqui, Jonas tentou fugir do chamado de Deus (Jonas 1:1-3), e Pedro na casa de Simao o curtidor de Peles teve a visão que abriu as portas da salvação aos gentios (Atos 9:36).

Após a visita à histórica Yafo, seguiremos em direção ao coração moderno de Tel Aviv, percorrendo algumas de suas principais ruas e avenidas. Durante o trajeto, teremos a oportunidade de apreciar um dos conjuntos arquitetônicos mais marcantes da cidade: o estilo Bauhaus.

Tel Aviv abriga a maior concentração desse estilo arquitetônico no mundo, com vários edifícios construídos entre as décadas de 1930 e 1950. Essas construções se destacam por suas linhas simples, funcionalidade e adaptação ao clima local.

Essa área é conhecida como “Cidade Branca”, reconhecida como Patrimônio Mundial pela UNESCO, tornando Tel Aviv um verdadeiro destaque mundial da arquitetura moderna.

Seguimos rumo a Cesareia Marítima,

Ao nos aproximarmos de Cesareia Marítima, sentimos a brisa salgada do Mediterrâneo acariciar nossa pele, como se quisesse nos contar os segredos dessa cidade milenar. Aqui, onde o azul do mar se encontra com o dourado das ruínas, a história de impérios, fé e resistência ganha vida diante dos nossos olhos.

Construída pela grandiosa visão de Herodes, o Grande, Cesareia não foi apenas um porto, mas um símbolo de poder e inovação. É impossível não imaginar o esplendor de seus dias de glória, quando embarcações de todos os cantos do império aportavam em seu magnífico porto artificial, um feito de engenharia que desafiava as forças da natureza.

Adentramos as ruínas do palácio de Herodes, que se projetava elegantemente sobre o mar. Suas colunas ainda sussurram histórias de conspirações, alianças forjadas no brilho do ouro e decisões que mudaram o destino da Judeia. Ao caminhar pelos mosaicos desgastados pelo tempo, quase podemos ouvir o murmúrio de cortesãos e centuriões debatendo os rumos da província, enquanto Herodes admirava o horizonte a partir de sua luxuosa piscina à beira-mar.

Em seguida, pisamos no hipódromo, onde a terra ainda guarda as marcas dos cascos dos cavalos que um dia cortaram o ar, puxando carruagens a uma velocidade vertiginosa. O clamor ensurdecedor da multidão ecoa em nossa imaginação, enquanto aurigas desafiavam o destino em corridas frenéticas. Mas entre os jogos e o entretenimento, este também foi um local de sofrimento: aqui, mártires cristãos e Judeus enfrentaram a perseguição e derramaram seu sangue, mantendo-se inabaláveis em sua fé.

teatro romano, com suas arquibancadas voltadas para o mar, ainda ressoa com os aplausos das elites que vinham se deslumbrar com espetáculos grandiosos. Se fecharmos os olhos, podemos quase ouvir o som das liras e das declamações que uma vez encheram esse espaço de vida e arte. Mas sob essa fachada de esplendor, a cidade escondia momentos de tensão e desafios.

No coração de Cesareia, entre suas fortalezas imponentes, um dos maiores protagonistas do cristianismo viveu seus dias de incerteza: o apóstolo Paulo. Acusado de agitar a população judaica, foi mantido preso por dois anos, aguardando seu julgamento. Dentro dessas muralhas, ele enfrentou os governadores Félix e Festo, defendendo sua fé com palavras tão afiadas quanto qualquer espada. As pedras desse cárcere, hoje silenciosas, já ouviram orações fervorosas e discursos poderosos que ecoaram pelos corredores da história (Atos 27).

Deixamos a cidade e seguimos até o antigo aqueduto romano, uma maravilha arquitetônica que atravessa a paisagem com sua sequência de arcos elegantes. Por séculos, essas estruturas trouxeram água fresca do Monte Carmelo, abastecendo a cidade com um recurso vital. Mesmo depois de tanto tempo, suas fundações permanecem firmes, um testemunho da genialidade romana e da prosperidade que Cesareia desfrutou em seus dias de esplendor.

Nossa jornada continua rumo a Haifa, onde o azul do Mediterrâneo se funde ao verde exuberante das colinas, criando um cenário de beleza arrebatadora. Mas Haifa não é apenas um espetáculo para os olhos; ela é

a terceira maior cidade em importância onde se encontram os Jardins Bahá’í, um oásis de perfeição geométrica e tranquilidade, descem em terraços majestosos até o coração da cidade. Patrimônio da UNESCO, esses jardins não são apenas um espetáculo visual; eles refletem a essência da fé bahá’í, uma religião que prega a unidade de todos os povos e crenças.

Os bahá’ís, seguidores de Bahá’u’lláh, vivem segundo princípios de paz, justiça e igualdade. Sem clero, sem rituais fixos, sua espiritualidade se expressa na busca pelo bem comum e na convicção de que todas as religiões vêm de uma única fonte divina. Haifa abriga o Santuário do Báb, um dos locais mais sagrados da fé bahá’í, onde repousa o precursor dessa religião

Caminhamos por essas paisagens sagradas com a sensação de que Haifa é um ponto de encontro entre o passado e o futuro, entre a tradição e a renovação espiritual. Do Monte Carmelo, o olhar se perde no horizonte, onde avistamos, ao longe, a linha do horizonte onde o Líbano se encontra com o mar e o céu.

Subimos ao topo do Monte Carmelo, em Muhraqa, onde o vento sopra histórias antigas e o horizonte se desenha como uma tapeçaria sagrada. Estamos pisando em um solo onde o próprio céu parece ter se curvado para testemunhar um dos momentos mais poderosos da Bíblia: o confronto entre Elias e os profetas de Baal.

Aqui, sobre as colinas que dominam o Vale de Jezreel, Elias desafiou 450 profetas de Baal e 400 profetas de Aserá, ordenando que dois altares fossem preparados. Os sacerdotes pagãos clamaram a seus deuses, dançaram, cortaram-se em transe…, mas o silêncio foi a única resposta. Então, Elias ergueu sua voz e clamou ao Deus de Israel. De repente, o céu se abriu, e um fogo divino desceu sobre o altar, consumindo o sacrifício, a madeira, as pedras e até a água derramada ao redor.

Neste exato local, uma estátua de Elias de espada em punho nos lembra da vitória daquele dia. “O Senhor é Deus!” – o povo gritou, caindo sobre seus rostos. Os falsos profetas foram levados ao Rio Quisom, que serpenteia pelo vale abaixo, e ali enfrentaram seu destino.

Elias não apenas invocou fogo do céu; ele também orou para que a chuva voltasse a Israel após anos de seca. Do topo do monte, seu servo avistou uma pequena nuvem do tamanho da mão de um homem surgindo no horizonte. Logo, o céu se enegreceu, e uma tempestade trouxe vida de volta à terra sedenta.

Do Carmelo ao Armagedom, este é um lugar onde o passado e o futuro se entrelaçam, onde a voz dos profetas ainda parece ecoar no vento. Estamos sobre um solo de fogo, fé e destino.

Diante de nós, a vastidão do Vale de Jezreel, conhecido também como Vale do Armagedom (Apocalipse 16:16), se estende como um palco preparado para os eventos finais da história. As profecias indicam que aqui ocorrerá a batalha definitiva entre as forças do bem e do mal. O solo que um dia presenciou a vitória de Elias sobre a idolatria será, segundo a tradição, o campo onde o último confronto se desenrolará.

No horizonte, podemos avistar Nazaré, onde Jesus passou sua infância e juventude. Entre os montes verdejantes e as aldeias bíblicas que pontilham o vale, imaginamos Maria e José caminhando pelas colinas, sem saber que aquele menino mudaria o curso da humanidade.

Além da espiritualidade e das profecias, este monte tem uma importância estratégica até hoje. Olhando com atenção, podemos ver pistas de pouso camufladas, utilizadas por aeronaves da Força Aérea Israelense. O Monte Carmelo, com sua posição elevada, serve como um ponto de vigilância essencial para a segurança da região, ecoando sua importância nos tempos antigos e modernos.

Encerramos nosso dia na histórica cidade de Tiberíades, às margens do lendário Mar da Galileia. As águas que presenciaram os milagres e ensinamentos de Jesus seguem inspirando peregrinos e devotos.”,

Hospedagem Tiberíades (Tiberias)

3º DIA – PELAS ÁGUAS DA GALILEIA: TABGHA, CAFARNAUM, MAGDALA E O RIO JORDÃO

O dia amanhece sobre a Galileia, e com ele seguimos os passos de Jesus pelos locais onde Ele ensinou, operou milagres e transformou vidas.

Nossa jornada começa em Tabgha, local do milagre da multiplicação dos pães e peixes (Marcos 6:30-44). Na Igreja da Multiplicação, contemplamos o icônico mosaico bizantino que representa os cinco pães e dois peixes oferecidos a Jesus. Ali, lembramos que a fé multiplica o pouco e sacia multidões.

A poucos passos, chegamos à Igreja do Primado de Pedro, à beira do Mar da Galileia. Sentimos a serenidade do lugar onde, após a ressurreição, Jesus apareceu aos discípulos e confirmou Pedro como primeiro pastor : “Apascenta as minhas ovelhas” (João 21:17).

Seguimos para Cafarnaum, a “cidade de Jesus”. Caminhamos entre as ruínas da casa de Pedro (Lucas 4:38), onde sua sogra foi curada por Jesus, e entramos na antiga sinagoga onde Ele ensinava e operava milagres (Marcos 1:21-28).

Subimos ao Monte das Bem-Aventuranças, onde, cercados pela paisagem tranquila da Galileia, relembramos as palavras do Sermão da Montanha: “Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o Reino dos Céus” (Mateus 5:3).

Nossa peregrinação continua com uma visita especial a Magdala, cidade natal de Maria Madalena. Aqui, percorremos as escavações de uma antiga sinagoga do século I, possivelmente frequentada por Jesus.

A experiência se aprofunda ao embarcarmos em um barco para atravessar o Mar da Galileia, revivendo os momentos em que Jesus acalmou a tempestade, caminhou sobre as águas (Mateus 14:22-33) e concedeu a Pedro e seus discípulos a pesca milagrosa (Lucas 5:1-11). Deixamos que as águas contêm as histórias de fé, dúvida e entrega que marcaram os apóstolos.

Nosso dia sagrado se encerra no Rio JordãoJesus foi batizado por João Batista (Mateus 3:13-17). Às margens deste rio, temos a oportunidade de nos batizar, mergulhando na espiritualidade que há séculos faz deste lugar um símbolo de nova vida.

Com o coração pleno e renovado, encerramos o dia conscientes de que caminhamos por terras onde o divino tocou a humanidade.

Dia 4 – Explorando as Colinas do Golã: História, Natureza e Sabores

Uma Jornada Inesquecível Pelo Golã: Fé, História e Sabores

Nosso dia começa em um cenário de tirar o fôlego: a Reserva Natural de Banias (Cesareia de Filipe), um local que guarda um dos momentos mais profundos do Novo Testamento. Caminhamos por trilhas que serpenteiam entre árvores centenárias, ouvindo o som das águas cristalinas que alimentam uma das principais nascentes do Rio Jordão.

Aqui, sobre as ruínas da antiga Cesareia de Filipe, ecoam as palavras que mudaram a história:

“E vós, quem dizeis que eu sou?” – pergunta Jesus.
“Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo.” – responde Pedro.
“Tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja…” (Mateus 16:15-18)

É impossível não sentir a grandiosidade desse instante ao estar no mesmo solo onde ele aconteceu. Ao lado das ruínas do templo dedicado ao deus Pã, contrastamos o passado pagão com a mensagem revolucionária de Cristo. Seguimos adiante ao lado da nascente onde a natureza parece sussurrar histórias de tempos antigos, e nos deixamos envolver pela atmosfera de paz e contemplação.

Ascensão ao Monte Bental: Um Olhar Sobre a História e a Geopolítica

De Banias, subimos até o Monte Bental, um dos picos mais impressionantes das Colinas do Golã. Lá do alto, um cenário de tirar o fôlego se revela diante de nós: a vastidão da Síria, as ondulações da terra marcada pelo tempo e as cicatrizes deixadas pelos conflitos. O vento sopra forte enquanto exploramos os antigos bunkers Siros, conquistados na batalha do Yon Kipur 1973

Em um pequeno auditório, assistimos a um filme emocionante sobre a Batalha do Vale das Lágrimas, um confronto épico onde um punhado de tanques israelenses resistiu bravamente contra uma força síria avassaladora. Saímos do documentário com um novo olhar sobre o que significa coragem e sacrifício, e então seguimos até o próprio Vale das Lágrimas. Ao pisarmos nesse solo histórico, sentimos a força dos eventos que moldaram o Oriente Médio, refletindo sobre o custo da paz e a resiliência de um povo.

O Azeite do Golã

Encerramos nossa jornada em uma autêntica fábrica de azeite de oliva, onde o perfume das oliveiras nos envolve. Entre prensas antigas e modernas técnicas de extração, conhecemos o segredo por trás desse “ouro líquido” que há milênios faz parte da cultura mediterrânea. Finalizamos com uma degustação irresistível: azeites frescos e aromáticos,

Ao fim do dia, com a luz dourada do entardecer acariciando as paisagens do Golã, levamos conosco não apenas memórias, mas uma experiência profunda. Fé, história e sabores se entrelaçaram em uma jornada inesquecível por essa terra que testemunhou batalhas, milagres e a força inabalável da vida.

Hospedagem Tiberíades (Tiberias)

5º DIA – BEIT SHEAN, QUMRAN, JERICÓ E CHEGADA A JERUSALÉM

Nos despedimos das águas serenas do Mar da Galileia, cujas ondas sussurram histórias de fé e milagres, e partimos rumo ao passado sombrio e fascinante de Beit Shean, uma das cidades da Decápolis.

Ao nos aproximarmos das grandiosas ruínas romanas, o brilho do sol reflete sobre colunas que um dia sustentaram templos e teatros luxuosos. Mas, por trás da beleza, esse solo guarda um dos momentos mais trágicos da Bíblia.

Após a derrota do exército de Israel pelos filisteus no Monte Gilboa, o corpo de Saul, o primeiro rei de Israel, e de seu fiel filho Jônatas foram trazidos para cá. Como um macabro troféu de guerra, suas cabeças foram expostas nas muralhas da cidade, um aviso cruel para todo o povo de Israel (1 Crônicas 10).

Ao caminharmos entre as majestosas ruínas de Beit Shean, uma das cidades mais esplêndidas da Decápolis romana, percebemos que algo interrompeu seu esplendor. Colunas caídas, templos despedaçados e ruas de pedra deslocadas contam uma história de destruição repentina – a marca de um evento cataclísmico que mudou para sempre o destino desta cidade no ano 749.

Um poderoso terremoto, parte de uma série de abalos que devastaram a região do Vale do Jordão e da Galileia, sacudiu Beit Shean até suas fundações. Em questão de segundos, edifícios suntuosos que haviam testemunhado séculos de glória desabaram como castelos de areia.

O tremor foi tão intenso que destruiu cidades inteiras, de Tiberíades a Jericó, matando milhares de pessoas. A magnitude exata desse terremoto é estimada em 7.0 ou mais na escala Richter, com epicentro na Falha do Vale do Jordão, parte do Grande Vale do Rift, que atravessa Israel.

Antes do terremoto, Beit Shean era uma metrópole florescente, repleta de anfiteatros, templos, banhos romanos e colunatas imponentes. Era um centro de cultura e comércio, estrategicamente localizado entre o Egito e a Mesopotâmia.

Mas, após o desastre, a cidade nunca mais se recuperou totalmente. A destruição foi tão extensa que os habitantes abandonaram as ruínas, e Beit Shean foi engolida pelo tempo, seu esplendor romano enterrado sob a poeira do deserto.

Ao explorar as ruínas hoje, é possível ver colunas caídas exatamente como tombaram naquele dia, um lembrete impressionante da força destrutiva do terremoto. Algumas estruturas foram preservadas quase como estavam no momento do colapso, permitindo-nos imaginar o pânico e a correria dos habitantes ao verem o mundo desmoronar ao seu redor.

Passaremos perto do Monte Gilboa, onde Saul e seus filhos caíram diante dos filisteus. O vento sopra forte entre as árvores, como se ainda carregasse o lamento de Davi, que chorou a morte de seu melhor amigo, Jônatas:

“Como caíram os valentes no meio da batalha! Jônatas, sobre os teus montes, foi morto!” (2 Samuel 1:25)

Até hoje, as encostas do Monte Gilboa permanecem em grande parte áridas, um testemunho da maldição de Davi sobre este lugar: “Sobre vós, ó montes de Gilboa, não caia orvalho, nem chuva…” (2 Samuel 1:21).

Abandonamos os campos e montanhas verdes e entramos na vastidão infinita do Deserto da Judeia. As paisagens áridas e os penhascos dourados parecem saídos de outra era, um cenário onde o tempo se curva diante da eternidade.

Em meio a essa terra estéril, chegamos a um dos sítios arqueológicos mais enigmáticos da história: Qumran. Aqui, entre cavernas ocultas e o silêncio absoluto do deserto, um segredo permaneceu enterrado por séculos, esperando ser revelado.

Foi em 1947, quando um jovem beduíno lançou uma pedra dentro de uma gruta, que o destino da arqueologia bíblica mudou para sempre. O som de um jarro quebrando ecoou pelas rochas, e ali, envoltos em pergaminhos, estavam os Manuscritos do Mar Morto – os textos bíblicos mais antigos já descobertos.

Escritos pelos essênios, uma comunidade misteriosa que buscava pureza espiritual afastada do mundo, esses manuscritos preservaram trechos da Torá, dos Salmos e do livro de Isaías com uma precisão impressionante.

O que mais o deserto ainda esconde? Que segredos aguardam o próximo explorador?

Seguimos para Jericó, uma das cidades mais antiga do mundo. Avistamos o Monte da Tentação, onde Jesus jejuou por 40 dias e enfrentou as tentações do diabo (Mateus 4:1-11). Visitamos também a Fonte de Eliseu e a famosa Árvore de Zaqueu, onde o cobrador de impostos subiu para ver Jesus, sendo então transformado pela graça divina (Lucas 19:1-10).

Ao longo dos séculos, este mar testemunhou civilizações, impérios e profetas que passaram por suas margens. Hoje, ao flutuarmos sobre suas águas serenas, somos parte dessa história.

Nossa jornada se conclui em Jerusalém, a cidade santa onde Jesus entregou Sua vida por nós. Ao nos aproximarmos, contemplamos a cidade do alto, relembrando o momento em que Jesus chorou por ela (Lucas 19:41).

Pernoite em Jerusalém.

 

6º DIA – JERUSALÉM e BELEM OS ÚLTIMOS PASSOS DE JESUS

O dia começa no Monte das Oliveiras, de onde Jesus ascendeu aos céus (Atos 1:9-12), onde Jesus frequentemente se retirava para orar. Lá do alto, contemplamos a grandiosidade da Cidade Santa, exatamente como Jesus a viu. Lemos juntos o Salmo 122, que fala sobre a paz de Jerusalém, e refletimos sobre o significado desta cidade ao longo da história bíblica.

Descemos pelo caminho onde aconteceu a Entrada Triunfal de Jesus em um domingo especial, quando a multidão O recebeu com ramos e cânticos de “Hosana ao Filho de Davi!” (Mateus 21:1-11). Caminhando por este trajeto, nos transportamos para aquele momento em que a esperança messiânica enchia os corações do povo.

A primeira parada é na Igreja Dominus Flevit, cujo nome significa “O Senhor chorou”. É um dos momentos mais comoventes da jornada, pois aqui Jesus chorou sobre Jerusalém, prevendo sua destruição (Mateus 24:37-39). Diante da paisagem da cidade antiga, imaginamos esse instante de profunda dor e compaixão do Mestre por Seu povo.

Seguimos para o Getsêmani, um dos lugares mais emocionantes da viagem. Este é o jardim onde Jesus orou na noite anterior à Sua crucificação, em uma angústia tão intensa que Seu suor se tornou como gotas de sangue (Mateus 26:36-46). As oliveiras milenares ali presentes podem ter sido testemunhas daquele momento de rendição total à vontade do Pai

“Pai, se queres, afasta de mim este cálice; contudo, não seja feita a minha vontade, mas a tua” (Lucas 22:42).

Saindo da basílica, seguimos em direção à Gruta do Getsêmani,

A atmosfera da gruta é transmitida pelo peso dessa lembrança. As sombras das tochas parecem ainda dançar nas paredes de pedra, como se a cena estivesse eternamente impressa no local. O visitante que aqui entra sente a tensão naquele instante, como se as palavras de Jesus – “Judas, com um beijo trais o Filho do Homem?”– ainda eco

 

Nossa próxima parada é o Cenáculo, a sala onde aconteceu a Última Ceia. Neste ambiente, Cristo compartilhou o pão e o vinho com Seus discípulos, instituiu a Santa Ceia e anunciou a nova aliança (Mateus 26:17-30). Também foi aqui que os discípulos se reuniram após a ressurreição e onde receberam o Espírito Santo no Pentecostes (Atos 2). e logo ao lado, o Túmulo do Rei Davi, um dos lugares mais venerados do judaísmo.

Igreja de São Pedro em Gallicantu, cujo nome significa “canto do galo”, em memória à negação de Pedro e ao cumprimento da profecia de Jesus. Na noite em que Jesus foi traído, Ele foi preso no Jardim do Getsêmani e levado para a casa do Sumo Sacerdote Caifás, onde enfrentou um julgamento injusto diante do Sinédrio.

“E os principais dos sacerdotes e todo o Sinédrio buscavam algum testemunho contra Jesus, para o matar, e não o achavam. Porque muitos testificavam falsamente contra Ele, mas os testemunhos não eram coerentes.” (Marcos 14:55-56)

A casa de Caifás era um complexo palaciano com celas subterrâneas, onde prisioneiros aguardavam seus destinos. Jesus, inocente e sem pecado, foi humilhado, esbofeteado e condenado ali antes de ser entregue a Pôncio Pilatos.

Hoje, ao descermos às prisões esculpidas na rocha, refletimos sobre a solidão e o sofrimento do Salvador, que suportou tudo por amor a nós.

Enquanto Jesus era interrogado, Pedro aguardava no pátio. Momentos antes, ele havia prometido fidelidade até a morte, mas agora, tomado pelo medo, negou conhecer seu Mestre três vezes.

“E Pedro o negou novamente. E, no mesmo instante, cantou o galo. E, voltando-se o Senhor, olhou para Pedro, e Pedro se lembrou da palavra que o Senhor lhe dissera: ‘Antes que o galo cante hoje, me negarás três vezes’. E, saindo dali, chorou amargamente.” (Lucas 22:60-62)

No pátio da igreja, há uma estátua de Pedro ao lado de um galo sobre uma coluna, lembrando-nos desse momento doloroso.

Seguimos a Belém a cidade profetizada como o berço do Rei dos Reis. Ao atravessarmos seus portões, ressoam em nossas almas as palavras do profeta Miqueias:

“E tu, Belém de Éfrata, pequena entre os clãs de Judá, de ti sairá para mim que será o governante de Israel.” (Miqueias 5:2)

Nosso primeiro destino é a Basílica da Natividade, um dos locais mais antigos em uso contínuo. Ao cruzarmos suas portas baixas, nos inclinamos não apenas fisicamente, mas espiritualmente, lembrando da humildade do Salvador, que escolheu vir ao mundo não em um palácio, mas em uma manjedoura simples.

Descemos até a Gruta da Natividade, onde uma estrela de prata marca o local sagrado do nascimento de Jesus. Aqui, relembramos a noite em que Maria, envolta em simplicidade e fé, trouxe ao mundo o Cordeiro de Deus:

“E aconteceu que, estando eles ali, se cumpriram os dias em que ela havia de dar à luz. E deu à luz a seu filho primogênito, e envolveu-o em panos e deitou-o numa manjedoura, porque não havia lugar para eles na estalagem.” (Lucas 2:6-7)

Seguimos para a Gruta de São Jerônimo, onde este grande estudioso dedicou sua vida à tradução da Bíblia para o latim – a Vulgata. Este trabalho monumental abriu caminho para a difusão das Escrituras por toda a cristandade, permitindo que o Evangelho se espalhasse aos quatro cantos do mundo.

Deixamos o centro de Belém e seguimos para um local de grande simbolismo: o Campo dos Pastores. Foi aqui que os humildes pastores receberam a notícia que mudaria a história da humanidade.

“Não temais, porque eis aqui vos trago novas de grande alegria, que será para todo o povo: Pois, na cidade de Davi, vos nasceu hoje o Salvador, que é Cristo, o Senhor.” (Lucas 2:10-11)

Entre as colinas tranquilas, imaginamos o brilho celestial iluminando a noite e a canção dos anjos ecoando sobre os campos:

“Glória a Deus nas alturas, e paz na terra aos homens de boa vontade!” (Lucas 2:14)

Pernoite em Jerusalém.

8 Dia MASSADA E O MAR MORTO: 

Nosso dia começa com uma viagem ao coração do deserto da Judeia, uma terra de paisagens áridas e silêncio profundo, onde a história de resistência do povo judeu se encontra com a singularidade do Mar Morto.

Subida à Fortaleza de Massada

Chegamos à imponente Massada, a inexpugnável fortaleza construída pelo rei Herodes com mais um palácio no topo de uma montanha isolada. Subimos de teleférico e, ao chegar ao cume, percorremos os corredores de pedra que testemunharam uma das histórias mais dramáticas da antiguidade.

Foi aqui que, durante a Grande Revolta Judaica (66-73 d.C.), cerca de 960 judeus se refugiaram e resistiram por meses ao cerco do exército romano. Caminhando entre as ruínas dos palácios, banhos romanos e armazéns de provisões, sentimos a força e a coragem deste povo que marcou para sempre a identidade judaica. Do alto da fortaleza, avistamos o Mar Morto, brilhando sob o sol do deserto, como um espelho refletindo a história e o tempo.

Mar Morto – Uma Experiência Única

Deixamos Massada e descemos até as margens do Mar Morto, o ponto mais baixo da Terra, 430 metros abaixo do nível do mar. Suas águas carregam uma densidade tão alta de sal que impossibilitam o afundamento. Ao entrar nelas, experimentamos a sensação única de sermos sustentados pelas águas, como se o próprio mar nos acolhesse.

Assim como reis e viajantes da antiguidade, cobrimos nossa pele com a lama negra rica em minerais, usada há séculos por suas propriedades terapêuticas. Enquanto o sol brilha sobre o deserto, sentimos na pele os efeitos rejuvenescedores deste presente da natureza, cuja composição única não existe em nenhum outro lugar do mundo.

Ao longo dos séculos, este mar testemunhou civilizações, impérios e profetas que passaram por suas margens. Hoje, ao flutuarmos sobre suas águas serenas, somos parte dessa história.

 Importante:

O fundo do Mar Morto é coberto por pedras de sal cristalizadas, que podem ser afiadas. Para evitar lesões, recomendamos o uso de sapatos aquáticos ou sandálias.

sugerimos trazer uma toalha para seu conforto. No local, há vestiários e chuveiros disponíveis

Cuidados com a saúde: A água possui altíssima concentração de minerais, o que pode não ser adequado para todos. Pessoas com problemas de saúde, hipertensão ou pele sensível devem consultar um médico antes de entrar.

Precauções ao entrar na águaNão molhe a cabeça ou os olhos, pois a água extremamente salgada pode causar forte irritação. Leve uma garrafa de água para enxaguar os olhos caso necessário.

Desfrute desta experiência única com segurança!

Após um dia marcado por histórias de resistência e pela experiência única das águas do Mar Morto, retornamos a Jerusalém, carregando conosco a lembrança de um dos cenários mais fascinantes da Terra Santa.

 

9º DIA Esplanada do Templo, Portão Dourado, Via Sacra ,Jardim do Túmulo e Cidade de David

Hoje, seguimos por uma das jornadas mais espirituais e impactantes de toda a Terra Santa. Caminharemos pelos lugares onde Jesus ensinou, sofreu, morreu e ressuscitou, refletindo sobre a grandiosidade da promessa divina e a redenção da humanidade.

Nosso dia começa na Esplanada do Templo, um dos lugares mais sagrados do mundo. Aqui, no topo do Monte do Templo, ficava o majestoso Templo de Jerusalém, construído por Salomão e reconstruído por Herodes, sendo o centro da adoração judaica até sua destruição no ano 70 d.C.

Jesus caminhou por estas mesmas pedras, ensinando no pátio do Templo e purificando-o dos cambistas:

“Está escrito: A minha casa será chamada casa de oração; mas vós a tendes convertido em covil de ladrões.” (Mateus 21:13)

Hoje, a Esplanada abriga o Domo da Rocha e a Mesquita de Al-Aqsa, marcos imponentes da fé islâmica, mas as fundações e os muros ainda carregam os ecos da presença divina. Sentimos a força desse lugar, onde profetas, reis e o próprio Filho de Deus andaram.

Deixamos a Esplanada e seguimos em direção ao Portão Dourado (ou Portão Oriental), um dos pontos mais misteriosos e proféticos de Jerusalém.

Segundo a tradição, este foi o portão pelo qual Jesus entrou triunfalmente na cidade, montado em um jumentinho, cumprindo a profecia de Zacarias:

“Eis que o teu Rei virá a ti, justo e salvador, humilde, e montado sobre um jumento.” (Zacarias 9:9)

Os muçulmanos selaram o portão no século XVI, talvez tentando impedir a entrada do Messias, pois a profecia de Ezequiel diz:

“E o Senhor, Deus de Israel, entrou por ele; por isso, estará fechado.” (Ezequiel 44:1-2)

Mas para os cristãos, sabemos que nenhuma porta pode impedir a vinda do Rei da Glória!

Visita aos tanques de Bethesda o Tanque de Betesda. Entre as ruínas deste antigo reservatório, ecoa a lembrança do milagre da cura do paralítico, realizado por Jesus, provando que nenhuma enfermidade, nem mesmo o tempo, pode limitar o poder do Filho de Deus“Estava ali um homem enfermo, havia trinta e oito anos. Jesus, vendo-o deitado e sabendo que estava assim há muito tempo, perguntou-lhe: ‘Queres ficar são?’” (João 5:5-6)

O paralítico, incapaz de chegar sozinho ao tanque, respondeu que não havia ninguém para ajudá-lo. Mas o verdadeiro milagre não estava nas águas, e sim na palavra de Cristo.

“Levanta-te, toma tua cama e anda.” (João 5:8)

Imediatamente, o homem foi curado! Sem precisar tocar as águas, sem esperar um anjo, sem depender de ninguém – apenas pela palavra de Jesus, que tem poder sobre todas as coisas.

Seguimos para um dos momentos mais emocionantes da viagem: a caminhada pela Via Dolorosa, refazendo os passos de Jesus rumo ao Calvário.

As ruas estreitas da Cidade Velha ainda guardam as marcas do sofrimento de Cristo. Passamos pela Via Crucis, refletindo sobre cada momento da Paixão:

“E, levando ele às costas a sua cruz, saiu para o lugar chamado Caveira, que em hebraico se chama Gólgota.” (João 19:17)

Sentimos o peso do caminho, imaginando os olhares dos curiosos, os insultos, mas também a compaixão daquelas poucas almas que O seguiram até o fim.

No Calvário, Jesus foi pregado na cruz e derramou Seu sangue pela salvação da humanidade.No Jardim do Túmulo, um dos locais mais emocionantes para os cristãos. Aqui, entre oliveiras e videiras, encontra-se um túmulo escavado na rocha, semelhante ao que foi descrito nos Evangelhos.

Diante do sepulcro vazio, sentimos a grandiosidade do momento que mudou a história da humanidade:

“Por que buscais entre os mortos aquele que vive? Ele não está aqui, mas ressuscitou!” (Lucas 24:5-6)

Ao entrarmos no túmulo, o silêncio profundo nos envolve, e nossos corações se enchem de gratidão. A morte não teve a última palavra. Cristo venceu!

Finalizamos este dia com um tempo de oração e, se possível, a Santa Ceia, celebrando a ressurreição e renovando nossa esperança na promessa de que um dia O veremos face a face. “Porque eu vivo, vós também vivereis.” (João 14:19)

Cristo vive! Aleluia!

Seguimos pelo souk árabe, onde o ar é impregnado pelo aroma doce da canela e do cardamomo, misturando-se ao cheiro de pães recém assados e falafels crocantes. O brilho dourado das lâmpadas ornamentadas reflete nos tecidos coloridos que dançam ao vento, enquanto os vendedores nos chamam com um sorriso, oferecendo joias, essências e lembranças que parecem conter fragmentos da própria alma da cidade.

As ruas estreitas, pavimentadas com pedras alisadas pelo tempo e por milhões de peregrinos, nos guiam por um labirinto de histórias. Passamos pelos quatro quarteirões da cidade velha – o judeu, o cristão, o muçulmano e o armênio – onde culturas e crenças se entrelaçam em um mosaico único.

Cidade de Davi é o assentamento original de Jerusalém, conquistado por Davi dos jebuseus há mais de 3.000 anos. Aqui, ele estabeleceu a capital do Reino de Israel e trouxe a Arca da Aliança, preparando o caminho para a construção do Templo de Salomão.

“Tomou, porém, Davi a fortaleza de Sião; esta é a Cidade de Davi.” (2 Samuel 5:7)

Ao explorar as ruínas, podemos ver restos de palácios, muralhas e túneis subterrâneos, como o Túnel de Ezequias, uma impressionante obra de engenharia que canalizou água para proteger a cidade de cercos inimigos.

Descendo pela Cidade de Davi, chegamos ao Tanque de Siloé, um reservatório construído pelo rei Ezequias para abastecer Jerusalém. Mas além de sua importância histórica, este local foi palco de um dos grandes milagres de Jesus.

“Disse Jesus: Vai, lava-te no tanque de Siloé (que significa ‘Enviado’). Ele foi, lavou-se e voltou vendo.” (João 9:7)

Aqui, Jesus curou um cego de nascença, mostrando que Ele é a Luz do Mundo. Esse tanque, redescoberto recentemente, é um testemunho arqueológico vivo dos Evangelhos, permitindo-nos caminhar sobre as mesmas pedras onde esse milagre ocorreu.

Subimos agora para as Escadarias de Hulda, os degraus monumentais que levavam ao Templo de Jerusalém. Durante as festas judaicas, milhares de peregrinos passavam por aqui para adorar ao Senhor no Templo de Herodes, incluindo o próprio Jesus.

“E subiu Jesus a Jerusalém para a festa.” (João 5:1)

Os degraus são irregulares, forçando os fiéis a caminhar lentamente e refletir, preparando seus corações antes de entrar no lugar mais sagrado do judaísmo.

Este local é um elo direto entre o Antigo e o Novo Testamento. Foi por essas escadarias que os primeiros discípulos subiram no dia de Pentecostes, quando o Espírito Santo desceu e três mil pessoas foram batizadas (Atos 2:41).

 

Encerramos o dia no Muro das Lamentações, o lugar mais sagrado para o povo judeu e a última lembrança do majestoso Templo de Herodes. Estes restos são tudo o que permanece da grande estrutura onde Jesus pregava e ensinava aos seus discípulos. Diante deste muro histórico, refletimos sobre a conexão entre as promessas bíblicas e a fé que atravessa gerações.”

Pernoite em Jerusalém

10º DIA – DESPEDIDA DE JERUSALÉM E TRASLADO AO AEROPORTO

O amanhecer em Jerusalém traz consigo o peso da história e a grandiosidade da fé que ressoa por suas ruas de pedra. Após dias intensos de peregrinação, revivendo os passos de patriarcas, profetas e do próprio Jesus, chega o momento de nos despedirmos da Terra Santa.

Antes da partida, fazemos uma última contemplação desta cidade única, cujos muros guardam séculos de promessas, milagres e transformações. Da mesma forma que os peregrinos de gerações passadas levavam consigo a poeira sagrada de Jerusalém em suas vestes, levamos agora em nossos corações as marcas desta jornada espiritual.

Em horário apropriado, seguimos para o aeroporto com assistência no traslado, garantindo um embarque tranquilo. Enquanto nos afastamos, olhamos uma última vez para a terra onde Deus escolheu revelar Seu amor à humanidade, sabendo que esta experiência nos acompanhará para sempre.

Como diz o Salmo:

“Se eu me esquecer de ti, ó Jerusalém, que minha mão direita definhe! Que minha língua se prenda ao céu da boca, se eu não me lembrar de ti, se eu não fizer de Jerusalém a minha maior alegria!” (Salmos 137:5-6)

A Terra Santa não é apenas um destino, mas um chamado. Partimos fisicamente, mas deixamos um pedaço de nossa alma entre suas colinas e muralhas sagradas.

Este roteiro nos leva através dos momentos mais sagrados da fé cristã. Da glória do Templo à dor da cruz, e da sepultura vazia à esperança eterna, cada passo nos lembra que o amor de Deus nos alcançou aqui, nestas ruas, nestas pedras, nesta terra santa.

Está pronto para caminhar pelos passos do Salvador?

 

10 Dias — Nos Passos de Jesus: Da Galileia a Jerusalém – Evangélico

1º DIA – CHEGADA EM ISRAEL (TEL AVIV – AEROPORTO BEN GURION)

Ao desembarcar no Aeroporto Ben Gurion, sentiremos a emoção de pisar na Terra Santa, a terra onde Jesus caminhou e onde tantas histórias da Bíblia se tornaram realidade. Nossa equipe lhe receberá calorosamente e auxiliará no processo de imigração.

Seguimos para o hotel em Tel Aviv, uma cidade vibrante à beira do Mar Mediterrâneo. O restante do dia será livre para explorar a orla marítima, desfrutando de sua atmosfera única, cafés charmosos e lojas exclusivas.

Tel Aviv

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10 Dias — Nos Passos de Jesus: Da Galileia a Jerusalém — CATÓLICO

10 Dias — Nos Passos de Jesus
Da Galileia a Jerusalém —Católico
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1º DIA – CHEGADA EM ISRAEL
Visitas e atividades:
• Aeroporto Ben Gurion
• Tel Aviv
• Tempo livre na orla do Mediterrâneo
Hospedagem: Tel Aviv
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2º DIA – JAFA • CESAREIA MARÍTIMA • HAIFA • TIBERÍADES
Visitas e atividades:
• Jaffa (Jope / Yafo)
• Igreja de São Pedro
• Antigo porto bíblico de Jope
• Cesareia Marítima
• Ruínas do Palácio de Herodes
• Hipódromo Romano
• Teatro Romano
• Aqueduto Romano
• Jardins Bahá’í
• Monte Carmelo
• Igreja Stella Maris
• Gruta do Profeta Elias
Hospedagem: Tiberíades
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3º DIA – MAR DA GALILEIA • CAFARNAUM • RIO JORDÃO
Visitas e atividades:
• Igreja da Multiplicação dos Pães e Peixes
• Igreja do Primado de Pedro
• Cafarnaum
• Casa de Pedro
• Antiga Sinagoga
• Monte das Bem-Aventuranças
• Magdala
• Passeio de barco pelo Mar da Galileia
• Rio Jordão – Yardenit
• Renovação das promessas batismais
Hospedagem: Tiberíades
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4º DIA – COLINAS DO GOLÃ
Visitas e atividades:
• Banias (Cesareia de Filipe)
• Nascente do Rio Jordão
• Monte Bental
• Bunkers da Guerra do Yom Kippur
• Vale das Lágrimas
• Fábrica de azeite do Golã
• Degustação de azeites
Hospedagem: Tiberíades
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5º DIA – CANÁ DA GALILEIA • NAZARÉ • QUMRAN • JERICÓ • JERUSALÉM
Visitas e atividades:
• Caná da Galileia
• Igreja do Primeiro Milagre
• Renovação das promessas matrimoniais
• Nazaré
• Basílica da Anunciação
• Carpintaria de José
• Deserto da Judeia
• Qumran
• Manuscritos do Mar Morto
• Jericó
• Monte da Tentação
• Fonte de Eliseu
• Árvore de Zaqueu
• Entrada em Jerusalém
Hospedagem: Jerusalém
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6º DIA – JERUSALÉM: OS ÚLTIMOS PASSOS DE JESUS
Visitas e atividades:
• Monte das Oliveiras
• Vista panorâmica de Jerusalém
• Dominus Flevit
• Jardim do Getsêmani
• Basílica da Agonia
• Gruta do Getsêmani
• Túmulo de Maria
• Cenáculo
• Túmulo do Rei Davi
• Igreja de São Pedro em Gallicantu
• Prisões de Caifás
• Museu de Israel
• Maquete de Jerusalém do Segundo Templo
• Santuário do Livro
Hospedagem: Jerusalém
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7º DIA – MASSADA E MAR MORTO
Visitas e atividades:
• Deserto da Judeia
• Nível Zero
• Fortaleza de Massada
• Subida de teleférico
• Mar Morto
• Tempo para banho e flutuação
Hospedagem: Jerusalém
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8º DIA – BELÉM E EIN KAREM
Visitas e atividades:
• Belém
• Basílica da Natividade
• Gruta da Natividade
• Gruta de São Jerônimo
• Igreja de Santa Catarina
• Local da transmissão da Missa do Galo
• Gruta do Leite
• Campo dos Pastores
• Ein Karem
• Igreja da Visitação
• Igreja de São João Batista
Hospedagem: Jerusalém
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9º DIA – ESPLANADA DO TEMPLO • VIA SACRA • SANTO SEPULCRO
Visitas e atividades:
• Esplanada do Templo
• Domo da Rocha
• Mesquita de Al-Aqsa
• Portão Dourado
• Tanque de Betesda
• Via Dolorosa
• Santo Sepulcro
• Souk Árabe
• Bairros da Cidade Velha
• Muro das Lamentações
Hospedagem: Jerusalém
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10º DIA – DESPEDIDA DE JERUSALÉM
Atividades:
• Última contemplação da Cidade Santa
• Traslado ao Aeroporto Ben Gurion
• Embarque de retorno
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Uma peregrinação inesquecível pelos lugares onde Jesus nasceu, viveu, pregou, morreu e ressuscitou.

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Peregrinação Evangélica em Terra Santa Duração: 7 dias

Terra Santa 7 Dias
1º Dia — Tel Aviv
• Chegada em Tel Aviv
• Recepção no Aeroporto Ben Gurion
• Tempo livre na orla do Mediterrâneo
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2º Dia — Costa Mediterrânea & Galileia
Visitas:
• Jaffa
• Caesarea National Park
• Haifa
• Mount Carmel
Pernoite em Tiberias
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3º Dia — Galileia
Visitas:
• Mount of Beatitudes
• Tabgha
• Capernaum
• Magdala
• Passeio pelo Sea of Galilee
• Batismo no Yardenit
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4º Dia — Vale do Jordão & Mar Morto
Visitas:
• Beit She’an National Park
• Qasr al-Yahud
• Qumran Caves
• Jericho
• Dead Sea
Chegada em Jerusalem
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5º Dia — Jerusalém & Belém
Visitas:
• Mount of Olives
• Garden of Gethsemane
• Cenacle
• Bethlehem
• Shepherds’ Field
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6º Dia — Jerusalém Antiga
Visitas:
• Via Dolorosa
• Garden Tomb
• Western Wall
• Old City of Jerusalem
• Israel Museum
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7º Dia — Retorno
• Traslado ao Aeroporto Ben Gurion
• Embarque de retorno

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Peregrinação Católica na Terra Santa – Duração: 7 dias

DIA 1 — Chegada em Israel • Tel Aviv
Recepção no Aeroporto Ben Gurion com assistência nos procedimentos de chegada.
Traslado ao hotel em Tel Aviv.
Dependendo do horário de chegada, tempo livre para aproveitar a orla do Mediterrâneo e a atmosfera moderna da cidade.
🛏 Pernoite em Tel Aviv
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DIA 2 — Jaffa • Cesareia Marítima • Haifa • Tiberíades
Iniciamos nossa peregrinação por Jaffa (Jope), um dos portos mais antigos do mundo e cenário de importantes acontecimentos bíblicos.
Visitamos:
• Igreja de São Pedro
• Bairro dos Artistas
• Casa de Simão, o Curtidor (externamente)
• Porto antigo de Jope
Foi aqui que Jonas tentou fugir do chamado de Deus e onde Pedro recebeu a visão que abriu o Evangelho aos gentios.
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Cesareia Marítima
Seguimos para Cesareia Marítima, grandiosa cidade construída por Herodes às margens do Mediterrâneo.
Visitamos:
• Teatro Romano
• Hipódromo
• Ruínas do palácio de Herodes
• Aqueduto romano
• Prisão do apóstolo Paulo
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Haifa & Monte Carmelo
No Monte Carmelo visitamos a Igreja Stella Maris, ligada à tradição do profeta Elias.
Também contemplamos os impressionantes Jardins Bahá’í e a vista panorâmica do Mediterrâneo.
Seguimos para Tiberíades, às margens do Mar da Galileia.
🛏 Pernoite em Tiberíades
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DIA 3 — Galileia • Cafarnaum • Magdala • Rio Jordão
Dia dedicado aos locais do ministério de Jesus na Galileia.
Visitamos:
• Tabgha — multiplicação dos pães e peixes
• Primado de Pedro
• Cafarnaum — cidade de Jesus
• Monte das Bem-Aventuranças
• Magdala — cidade de Maria Madalena
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Passeio de barco pelo Mar da Galileia
Experiência emocionante navegando pelas águas onde Jesus caminhou, acalmou a tempestade e realizou milagres.
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Rio Jordão
Encerramos o dia no Rio Jordão, local associado ao batismo de Jesus.
Momento especial para renovação simbólica dos votos batismais.
🛏 Pernoite em Tiberíades
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DIA 4 — Nazaré • Caná • Qumran • Jericó • Mar Morto • Jerusalém
Visitamos Caná da Galileia, local do primeiro milagre de Jesus.
Casais poderão participar da renovação simbólica dos votos matrimoniais.
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Nazaré
Visitamos:
• Basílica da Anunciação
• Igreja de São José
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Qumran & Manuscritos do Mar Morto
Conhecemos o local onde foram encontrados os Manuscritos do Mar Morto, os textos bíblicos mais antigos já descobertos.
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Jericó
Visitamos:
• Monte da Tentação ( vista)
• Fonte de Eliseu
• Árvore de Zaqueu
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Mar Morto
Experiência única de flutuação nas águas mais salgadas do mundo.
⚠️ Importante:
• Não molhar olhos ou cabeça
• Utilizar sandálias aquáticas
• Levar toalha e roupa de banho
• Há vestiários e chuveiros no local
Seguimos para Jerusalém.
🛏 Pernoite em Jerusalém
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DIA 5 — Jerusalém • Via Dolorosa • Santo Sepulcro
Dia dedicado aos últimos passos de Jesus.
Visitamos:
• Monte das Oliveiras
• Dominus Flevit
• Getsêmani
• Basílica da Agonia
• Gruta do Getsêmani
• Túmulo de Maria
• Cenáculo
• Túmulo do Rei Davi
• Basílica da Dormição
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Via Dolorosa
Percorremos a Via Sacra revivendo os passos de Jesus até o Calvário.
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Santo Sepulcro
Visitamos o local da crucificação, sepultamento e ressurreição de Cristo.
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Muro das Lamentações
Encerramos o dia no local mais sagrado do judaísmo.
🛏 Pernoite em Jerusalém
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DIA 6 — Belém • En-Karem • Museu de Israel
Seguimos para Belém, cidade do nascimento de Jesus.
Visitamos:
• Basílica da Natividade
• Gruta da Natividade
• Campo dos Pastores
• Gruta de São Jerônimo
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En-Karem
Visitamos:
• Igreja de São João Batista
• Igreja da Visitação
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Museu de Israel
Visitamos a famosa maquete de Jerusalém do século I, proporcionando compreensão profunda da cidade na época de Jesus.
🛏 Pernoite em Jerusalém
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DIA 7 — Jerusalém • Traslado ao Aeroporto
Tempo para despedida da Cidade Santa.
Traslado ao Aeroporto Ben Gurion para embarque no voo de retorno.
Fim da peregrinação.

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Jerusalém

A “Cidade Santa” é uma das cidades mais antigas do mundo (cerca de seis mil anos), capital político-administrativa de Israel e é a maior cidade do país, com cerca de 950 mil habitantes. É também considerada sagrada pelas três grandes religiões monoteístas:

 

Judaísmo, Cristianismo e Islamismo, possuindo por conta disso uma infinidade de lugares santos e templos de interesse universal. Muitos deles estão na Cidade Velha de Jerusalém, tradicionalmente dividida em quatro bairros: Bairro Armênio, Bairro Cristão, Bairro Muçulmano e o Bairro Judeu. A atração mais importante da Cidade Velha é o Monte do Templo, conhecido em árabe como Haram ash-Sharif (o “Santuário Nobre”) e em hebraico como Har Ha-Bayit, local do antigo Templo de Jerusalém, do qual resta hoje apenas o Muro das Lamentações.

 

Outros locais em Jerusalém Oriental são o Monte das Oliveiras, com seu mirante; o Túmulo de Absalão, num antigo cemitério judaico de mais de dois mil anos; as igrejas de Getsêmani, o Dominus Flevit e a Igreja de Maria Madalena (igreja ortodoxa russa).

Vários locais em Jerusalém são apontados como o Túmulo de Jesus Cristo. O mas tradicional destes sítios é a Igreja do Santo Sepulcro, próxima ao Gólgota, a colina onde teria sido crucificado.

Ao sul do Bairro Judeu está a Cidade de Davi com escavações arqueológicas, incluindo o Túnel de Ezequias.

 

Jerusalém Ocidental é a parte mais nova de Jerusalém, construída principalmente após a independência do Estado de Israel, em 1948. Alguns pontos:

 

– Mea Shearim, bairro criado no século XIX e habitado em grande parte pelos judeus ultra-ortodoxos (Haredim). Mea Shearim mantém o sabor das aldeias do Leste Europeu (shtetl).

– O Yad Vashem (Museu do Holocausto), memorial às seis milhões de vítimas judias massacradas pelo nazismo.

– Ein Karem, o berço de João Batista, é um dos quatro locais de peregrinação cristã mais visitados em Israel.

– Monte Sião, local de descanso do Rei Davi.

– Monte Scopus, local da Universidade Hebraica de Jerusalém, situado a 834 metros acima do nível do mar. O Monte Scopus oferece uma vista privilegiada da cidade, incluindo o Monte do Templo e o Mar Morto.

Tel Aviv

Tel Aviv é a capital cultural e financeira de Israel. Sua área metropolitana possui, cerca de 40% da população total de Israel. A cidade também é um marco arquitetônico, pois possui o mais extenso conjunto de construções em estilo Bauhaus do mundo. Em 2010 a revista “National Geographic” elegeu Tel Aviv como uma das dez melhores cidades costeiras do mundo.

 

Os nativos chamam Tel Aviv de “a cidade que nunca dorme”, por conta de sua intensa e variada vida noturna, com os mais diversos tipos de programas para todos os tipos de pessoas. Além disso, a cidade não esconde o orgulho por ser a “capital gay do Oriente Médio”.